quarta-feira, 8 de maio de 2013

Não tão simples esse nosso mundo.

O mundo, esse nosso mundo. Não tão imundo assim.
 Esse mundo todo que não se resume a mim. Nem muito menos a nós.
Se resume a todos, esses todos que fazem o mundo progredir aos poucos.
Que nem sempre seguem em frente, mas tentam.
Sim, eles tentam. Nós tentamos,
de uma maneira diferente buscar uma liberdade
que se tornou cada vez mais inalcançável
diante da tamanha desigualdade entre o próprio povo
que do novo passa para o velho, e o ciclo se forma.
Um ciclo espontâneo que de maneira redundante,
se repete de novo e de novo. E que de tanto repetir, se tornou algo tedioso.
 Esse mundo que busca maneiras para mais uma vez sorrir.
 E que de tanto correr atrás de algo que sempre esteve na sua cara
acaba dando prioridade ao passado e se esquece mais uma vez que o relógio nunca sessa.
A vida manipulada através de segundos, que ao mesmo tempo é o destino de todos que tem sede.
 Não sede de água, mas sede de viver. E evoluir, e ao mesmo tempo aprender.
E finalmente chegar a conclusão de que o que mais queremos e aquilo que sempre vamos ter.
A vida.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

The Black Keys - Lonely Boy (Official)

Simples e singelo.

Por que? Por quê? Porque?(?)


Por que? Por quê? Porque?(?)


E pra onde vai aquilo que escrevemos? Pra onde será que vão essas letras que escrevo agora. Com certeza não será impressas e é claro que não escrevo bem assim, tenho muita ajuda dos corretores do Word. E pra onde vão todas as fotos compartilhadas, curtidas e comentadas. Estão, mas não estão. Antigamente eram reveladas, colocadas em álbuns, e os textos. Deixe-me falar um pouco sobre o tec-tec, das maquinas de escreve e o sininho. Puta que pariu a satisfação de empurrá-la para o lado e ouvir aquele: “Trin”. Satisfatório demais. O que pretendemos fazer com nossa redação do Enem? Geralmente nada, só queremos receber uma boa nota pra entrar na universidade. E nem sempre expressamos realmente nossa opinião naquela dissertação, é só mais uma obrigação do exame nacional do ensino médio. A verdade, é que eu não sei se temos opiniões demais, ou se não temos nenhuma. Por serem todas iguais, ou até mesmo diferentes. É relativo, eu sei, mas e aí. Pra onde vai toda a relatividade, a opinião baseada no simples prazer de escrever por que queremos. Ou ler um livro por que queremos e não por que cai em uma prova da escola ou em uma prova de vestibular. E o quê fazer com todo esse papel impresso das provas? Com todas as idéias expressadas em uma questão errada? Por que esse erro? Porque queremos, óbvio que não. E para onde vão? Sim, para onde vão todos os livros que já não são mais aproveitados? Pra um sebo talvez... Ou quem sabe pra qualquer lugar. E A MÚSICA MEU DEUS?!?!?! Sabemos que são gravadas, sabemos que são baixadas, mas em nosso mundo eletro-eletrônico-tecnológico-online, ela são meros arquivos de MP3 que ao serem excluídas são simples dados corrompidos no lixão eletrônico. É para aí que vai tudo eu acho, para aí que vai a minha concordância, para aí que vão meus erros de gramática corrigidos por um programa aonde posso muito bem escrever o quê quero. Aonde posso colocar um “à” sem a preocupação do certo ou errado, ou escrever “por quê”, por que ou porque. Mesmo esquecendo as regras, a facilidade desse mundo é fascinante, mas também nos torna burros. Na verdade, acho impressionante a maneira como a circulação de informação é tão imprecisa e até mesmo precisa. Mas quem sou eu para questionar os “porquês”,(ou porques ou também por quês) desse mundo moderno? Um rapaz na frente de uma tela de computador que nem o “Ensino Médio completo” pôde marcar na inscrição da UERJ, isso mesmo. Um rapaz como outro qualquer, simples não? Esse mundo aonde podemos expressar nossas opiniões livremente.(?) E os erros, bem acho melhor apagá-los com o backspace antes que alguém resolv